quinta-feira, 11 de agosto de 2011



Dou-lhe um verso e meu ombro
para que chores
se assim quiseres
Se for choro de angústia
dou-lhe palavras de conforto
meu abraço meu afeto
meu quase seguro porto
Se for choro de encanto
choro contigo
que o belo nos complemente
tão logo nos cesse o pranto
Dou-lhe um verbo e um convite
me deixa conjugar contigo
as flexões do verso amar.

(Celi Márcio Santos, 11 agosto 2011)

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